Foz do Iguaçu será sede do encontro nacional dos Comerciários da UGT

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Foz do Iguaçu vai receber entre os dias 22 e 24 de agosto dirigentes dos trabalhadores do comércio do Brasil, filiados à União Geral dos Trabalhadores ( UGT), para o Encontro dos Comerciários. Na quinta-feira (12), o vice-governador Darci Piana, governador em exercício,do Paraná, recebeu Ricardo Patah, presidente nacional da UGT, Manassés Oliveira, presidente da UGT-PR , Paulo Roberto, presidente da UGT-MG e demais dirigentes sindicais dos comerciários filiados a UGT, confirmando que o evento fará parte do calendário oficial do estado do Paraná.

O encontro dos comerciários vai reunir cerca de 500 dirigentes dos comerciários do País para discutir as principais questões que afetam a categoria. Patah, que também é presidente do Sindicato dos Comerciários São Paulo, entidade que têm 500 mil trabalhadores (as) na base, assegurou que o encontro é muito importante para os mais de 12 milhões de trabalhadores (as) do comércio no Brasil, uma vez que a categoria, presente em todas as cidades brasileiras, é a mais atingida pela prática da informalidade empresarial, carga de trabalho superior a determinada pela legislação e indefinição sobre o trabalho aos domingos e feriados. “Muitos dos direitos dos trabalhadores são desrespeitados pelas empresas. Nesse encontro vamos reunir forças para cobrar do Ministério do Trabalho, fiscalização e punição para quem não cumpre a lei “, disse.

Entre os temas a serem discutidos durante o encontro, a UGT, vai apresentar para os comerciários a plataforma da Geração T, projeto da central que já foi discutida na Bahia, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O projeto visa incorporar ao mundo do trabalho a Geração do Trabalho, trabalhadores cuja força de trabalho contribuem para a geração de riquezas do País, o desenvolvimento e o progresso, mas são invisíveis para a legislação trabalhista. 

Também será discutido o conceito  ESG, Sustentabilidade Ambiental, Social e de Governança Corporativa  que reúne as políticas do meio ambiente, responsabilidade social e governança, usada pelas empresas para se apresentarem como empresa cidadã, mas  que na prática não são cumpridas. “O trabalhador precisa entender cada vez mais o significado do ESG, pois ele não se restringe às corporações, mas envolve diretamente o mundo do trabalho, pois envolve pessoas e meio-ambiente, não estando só relacionado à geração de negócios, como é propagado por muitas corporações”, diz Patah.

 
 

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